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Sol, envelhecimento e câncer de pele

Informativos

A pele é o maior órgão do corpo humano e, como todo o corpo, sofre o processo dinâmico de envelhecimento através de componentes intrínsecos (cronológicos) e extrínsecos (ambientais). Entre todos os fatores ambientais, a luz solar é o elemento mais importante, através da ação da radiação ultra-violeta (UV) presente nela.
A radiação UV também está diretamente relacionada ao desenvolvimento de câncer de pele, mais especificamente o carcinoma basocelular (CBC), o carcinoma espiocelular (CEC) e melanoma.

Envelhecimento da pele

A pele é o maior órgão do corpo humano e, como todo o corpo, sofre o processo dinâmico de envelhecimento através de componentes intrínsecos (cronológicos) e extrínsecos (ambientais).

Os componentes intrínsecos são herdados geneticamente, sendo parte inevitável do processo natural de envelhecimento. No entanto, as alterações mais significativas que atuam no envelhecimento da pele devem-se a fatores externos.
Entre todos os fatores ambientais, a luz solar é o elemento mais importante, através da ação da radiação ultra-violeta (UV) presente nela.

Sendo o Brasil um país tropical, e portanto com alta incidência de radiação solar, conhecer os efeitos do sol sobre a pele e maneiras de prevenir os danos por ele causados são de importância fundamental na prevenção.

O termo fotoenvelhecimento corresponde às alterações secundárias à exposição crônica à radiação UV. Estes danos cumulativos são facilmente percebidos quando se compara a pele da região anterior do tórax (mais exposta ao sol) com a pele da mama (protegida do sol). A pele fotoenvelhecida passa a apresentar um aspecto de aspereza, manchas, endurecimento (perda da elasticidade) e enrugamento. O fotoenvelhecimento cutâneo pode ser melhorado através de peelings químicos ou mecânicos, mas deve principalmente ser evitado, reduzindo-se a exposição aos raios UV.
É muito importante a exposição solar cautelosa e consciente desde a infância, pois os efeitos nocivos são cumulativos.


Câncer de Pele

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A radiação UV também está diretamente relacionada ao desenvolvimento de câncer de pele, mais especificamente o carcinoma basocelular (CBC), o carcinoma espiocelular (CEC) e melanoma.

Os pacientes mais suscetíveis ao câncer de pele são aqueles de pele e cabelos claros, olhos azuis e com história de exposição excessiva ao sol. Os tumores tendem a surgir em áreas mais expostas ao sol e não cobertas pelas vestes, sendo o tratamento basicamente cirúrgico.

Como qualquer outro câncer, a melhor postura é a prevenção e observação. Portanto, ao se notar manchas ou lesões que alteram suas características, como aumento de tamanho, alteração de coloração, prurido (coceira) ou sangramento, um especialista (Cirurgião Plástico ou Dermatologista) deve ser consultado. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores as possibilidades de tratamento.


Medidas de Prevenção

prevencaosolA radiação solar é composta de 3 tipos de raios UV: UV-A, UV-B e UV-C. Os raios UV-A correspondem a 95% da radiação que atinge a nossa pele. O restante corresponde à radiação UV-B. As ondas UV-C são bloqueadas totalmente pela camada de ozônio.

Os raios UV-A penetram mais profundamente a pele, promovendo o bronzeamento, além dos efeitos de envelhecimento nas estruturas profundas da pele. Os raios UV-B penetram mais superficialmente, causando as queimaduras solares, alterações cancerígenas e envelhecimento da pele.

O uso de protetor solar contra radiação UV-A e principalmente UV-B deve ser um hábito diário, e não apenas para os momentos de lazer. Convém lembrar que o fator de proteção solar (FPS) não considera a proteção contra raios UV-A, mas apenas UV-B.

Além de protetor solar, são fundamentais medidas simples como uso de roupas, chapéus, guarda-sol, além de evitar exposição ao sol no período das 10:00h às 16:00h, devido à maior incidência de raios UV-B.

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